Ciclo de aberturaProdutividade agora × capacidade depois
Parte deIA, produtividade e redesenho de funções
PerguntaQuando ganhamos produtividade, o que acontece com a capacidade da organização de aprender, julgar e produzir valor no futuro?

The People Agenda é uma comunidade de estudos para quem ocupa a cadeira #1 de People em grandes empresas. Curada e exclusiva, ela coloca pesquisa e prática na mesma mesa para investigar as transformações do trabalho e produzir conhecimento que ainda não existe.
Um grupo pequeno, só de CHROs com mandato, para discutir os dilemas que hoje não têm com quem discutir. Ninguém vende dentro da sala, nem a Chiefs.
Curadoria global de estudos e evidências, com o que cada fonte demonstra e seus limites. Você chega ao encontro com repertório, e o tempo juntos fica para o debate.
Hipóteses e sínteses construídas pelo grupo a partir de decisões reais. Uma parte fica só com os membros; outra circula publicamente, de forma agregada.
A pauta não chega fechada. O que os membros trazem muda a próxima pergunta que a comunidade vai investigar.
Quem entra agora faz parte da turma fundadora e ajuda a definir como a comunidade vai funcionar.
Registrar interesse não confirma participação. As vagas da turma fundadora passam por curadoria.
Quem lidera Pessoas hoje participa de escolhas que mudam como o trabalho é feito, quem aprende, quem entra e o que a organização será capaz de fazer daqui a cinco anos. Muitas dessas mudanças chegam antes de existir uma resposta consolidada.
Os CHROs têm acesso a uma dimensão da realidade que raramente aparece por inteiro em relatórios: as decisões acontecendo, os critérios usados, os resultados esperados e os efeitos que ninguém antecipou. The People Agenda existe para aproximar essa experiência da produção de conhecimento.
A fonte mais confiável para o que ainda não existe é quem está desenhando e construindo.
IA, redesenho do trabalho, competências, liderança e cultura já estão na mesa dos CHROs. A comunidade parte desses temas e investiga os efeitos que essas escolhas produzem no sistema de trabalho, ao longo do tempo e para diferentes grupos. Começamos por três tensões.
tecnologia ▸ organização ▸ sistema de trabalho
Parte deIA, produtividade e redesenho de funções
PerguntaQuando ganhamos produtividade, o que acontece com a capacidade da organização de aprender, julgar e produzir valor no futuro?
Parte deBem-estar e saúde mental
PerguntaQue condições estamos criando por meio da maneira como organizamos e gerimos o trabalho?
Parte deEscassez de talentos e competências
PerguntaQuanto da escassez decorre da disponibilidade de competências e quanto da forma como criamos e distribuímos oportunidades?
A sequência é uma proposta, não uma pauta fechada. Outras questões seguem no horizonte, como a porta de entrada das carreiras, a diferença entre produtividade percebida e medida e as funções menos visíveis da colaboração. O que os membros trouxerem pode mudar a próxima pergunta.
Cada questão passa pela evidência, encontra as decisões reais dos membros e volta revisada. A agenda se move com o que o grupo descobre.
A questão chega com evidências selecionadas, métodos, limites e o pressuposto a examinar.
O que ficaUma hipótese investigável.
Decisões, experiências, dados, desacordos e efeitos inesperados trazidos pelos membros.
O que ficaCasos contextualizados.
Síntese das convergências, contradições e lacunas, sem transformar relatos em amostra de mercado.
O que ficaHipóteses revistas e a próxima pergunta.
Entre ciclos, o grupo verifica o que a experiência alterou e se a próxima tensão continua a mais pertinente.
O que ficaAgenda atualizada e justificada.
Questões, pessoas e conteúdo global, escolhidos com critério.
Pré-estudo e referências que dão base ao debate.
Estratégia, cultura, liderança, design organizacional e transformação.
Debate, síntese e produção de conhecimento proprietário.
A curadoria parte de pesquisa original e de instituições públicas. Toda referência tem identificador, natureza e limite declarados, para que a conversa separe o que a evidência sustenta do que ela apenas sugere.
Erik Brynjolfsson · Stanford Digital Economy Lab · 2022
Brynjolfsson, Li & Raymond · Quarterly Journal of Economics · 2025
Ministério do Trabalho e Emprego · 2025-2026
OECD · 2025
Brynjolfsson, Chandar & Chen · Stanford · revisão ago. 2026
International Labour Organization · 2025
A participação passa por curadoria. O grupo é pequeno por escolha, para que a conversa tenha profundidade e confiança.
Você recebe uma trilha curta de provocações e evidências para experimentar essa forma de olhar.
Convidamos você a compartilhar uma decisão ou dúvida que está hoje na sua mesa. Nada de formulário extenso.
Devolvemos o que começou a aparecer e explicamos como a comunidade vai funcionar.
Manifestar interesse, contribuir e ser confirmado como membro são etapas diferentes, e cada uma fica clara.
A Chiefs.Group provoca a agenda. A a.karta conduz a investigação. A comunidade a eleva.


Começou a carreira na Endeavor e consolidou seu background em Recursos Humanos liderando estratégias de pessoas na Movile. Foi um dos fundadores da vertical de crédito da MovilePay/iFood. Formado em Administração pela UNESP, com especializações em Estratégia, Business Partner e Liderança pelo Insper.
A Chiefs.Group é pioneira da Open Talent Economy no Brasil desde 2020 e lançou The People Agenda no Open Talent Summit 2026.


A a.karta guia a comunidade junto com a Chiefs.Group e assina a curadoria técnico-científica: constrói a agenda, seleciona as fontes e conduz os ciclos de investigação.
Interessados recebem os conteúdos da trilha e compartilham seus dilemas.
Convites formais ao grupo fundador.
Confirmação e entrada dos membros.
Início da investigação: produtividade agora × capacidade depois.
Estamos reunindo quem tem mandato para pensar, provocar e influenciar o futuro do trabalho.